O Projeto Centro de Inclusão Digital ( CID) é uma iniciativa que foi viabilizada através de emenda parlamentar, tem por objetivo instalar salas equipadas com computadores de última geração com acesso à internet de banda larga para comunidades em três municípios da Baixada Fluminense.
AREA GEOGRÁFICA DE EXECUÇÃO
O projeto CID (Centro de Inclusão Digital) será implantado em três municípios da Baixada Fluminense: Duque de Caxias, São João de Meriti e Belford Roxo.
O projeto de execução do projeto CIDs é de 14 meses.
O objeto do projeto é proporcionar a inclusão digital, através da implantação dos Centros de Inclusão Digital em três municípios da Baixada Fluminense (Duque de Caxias, São João de Meriti e Belford Roxo), que serão equipados com computadores, impressoras e com acesso à internet banda larga. Por meio da articulação dos diversos atores locais, os CIDs deverão se tornar pólos agregadores das muitas experiências comunitárias, viabilizando alternativas de desenvolvimento sustentável local através da inclusão digital.
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Oferecer gratuitamente serviços de informática e telecomunicações, para o desenvolvimento social, econômico e educacional das comunidades inseridas no projeto.
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Dar acesso à tecnologia da informação a comunidades carentes da Baixada Fluminense, utilizando os meios digitais para que possam construir um espaço de cidadania e abrindo o horizonte para novas perspectivas.
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Incentivar as organizações locais para a busca de soluções como a geração de emprego e renda, a educação à distância e outros instrumentos que permitam a auto-sustentabilidade do projeto
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Garantir o uso de padrões tecnológicos avançados com critérios sociais para buscar a universalização do acesso às tecnologias de informações na comunidades beneficiadas pelo projeto, simplificando a utilização de equipamentos e ferramentas de navegação
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Estimular parcerias e articulações entre governos, empresas privadas, organizações não governamentais, institutos de pesquisa e universidades.
Suprir a deficiência de estrutura local, nos municípios beneficiados pelo projeto, na área da tecnologia da informação.
A inclusão digital é um dos grandes desafios para a nossa sociedade. O Brasil apresenta, em seus indicadores, números que atestam a desigualdade social e que, apesar dos avanços econômicos, não conseguem resolver a distorção da distribuição de renda no país. Calcula-se que não chega a 10% a parcela da população brasileira com acesso à internet e, em sua grande maioria, as conexões são feitas via banda estreita (fonte: CPS/FGV), o que corresponde a cerca de 17 milhões de pessoas.
Isso significa dizer que a grande maioria do povo encontra-se à margem da sociedade da informação. Nesse contexto não será exagero afirmarmos que a exclusão digital aprofundará a exclusão econômica.
A inclusão digital, através da implantação dos CIDS, é um instrumento de cidadania que permite que cidadãos moradores de comunidades carentes da Baixada Fluminense tenham acesso à tecnologia de última geração, que se comuniquem com o mundo e com isso possam dividir seus sonhos, angústias, projetos, enfim, o seu dia-a-dia, com o mundo, utilizando a mesma ferramenta a que os mais privilegiados têm acesso. Queremos quebrar as barreiras que separam a nossa sociedade e disponibilizar ferramentas para que todos tenham acesso a essa tecnologia.
A importância da implantação de um projeto desse nível numa região como a Baixada Fluminense, que tem um dos menores índices de desenvolvimento humano do país (IDH), é o estabelecimento de políticas públicas estruturantes. Informação e acesso à tecnologia serão fatores preponderantes para a quebra do paradigma das políticas compensatórias, disseminadas em larga escala na região. Nosso objetivo é proporcionar acesso ao conhecimento, para que assim essas comunidades possam, através de sua capacidade de organização, alcançar o próximo passo, o de se tornar auto-sustentável e com isso melhorar a qualidade de vida de seus membros. Nossa meta, como diz o dito popular, é "dar a vara de pescar em vez de dar o peixe".
O projeto CENTRO DE INCLUSÃO DIGITAL ( CID ) tem base em quatro eixos principais:
- o primeiro é de criar cidadania, através da capacitação de monitores e lideranças locais com o software livre Linux; dar acesso gratuito à internet de banda larga para comunidades carentes, gerando alternativas de emprego e renda, através dos instrumentos que a tecnologia da web permite, proporcionando aos usuários o domínio do uso do e-mail, das ferramentas de busca, do e-gov, fazendo com que o CID seja um instrumento de democratização e interação entre governo-sociedade-comunidade, estimulando a pesquisa técnico-científica e a educação à distância;
- o segundo é de criar uma rede de acesso à internet em banda larga, permitindo o acesso a 28 (vinte e oito) comunidades carentes desta tecnologia, criando uma rede que torne possível aos usuários a plena utilização dos benefícios da web;
- o terceiro eixo é capacitar e criar uma cultura do uso da internet, desmistificando o uso do computador, do navegador e dos programas de e-mail através de:
a) aulas básicas sobre computadores e informática ( ligar/desligar - uso do mouse - teclado - nomear as partes do computador);
b) aula básica sobre o que é internet e o que pode ser consultado (serviços disponíveis e possibilidades de buscar informação);
c) formatar arquivos;
d) apresentação/ uso do software navegador;
e) o que é e como funciona o correio eletrônico;
f) como criar seu e-mail;
g) uso do webmail;
h) noções de segurança;
i) como acessar serviços do governo;
j) uso dos mecanismos de busca da rede;
k) discussão sobre formatos de arquivos (formatos livres e formatos proprietários).
· O quarto eixo é a busca da auto-sustentabilidade do projeto, criando ferramentas de desenvolvimentos locais tais como:
a) iniciar a criação de um banco de dados sobre o bairro, concentrando as informações recolhidas e disponibilizando para o público este acervo;
b) utilizar o material do acervo para a criação de uma biblioteca virtual sobre a região, gerando produtos (site, jornal, livros, cd-rom, etc...);
c) Articulação com as escolas, associação de moradores e voluntários para:
- catalogar o comércio e indústrias locais;
- catalogar as escolas locais;
- catalogar os artistas locais;
- catalogar todas as pessoas que têm e-mail na região, visando a integração entre elas.
RESULTADOS ESPERADOS PELO PROJETO
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Garantir em torno de 100.000 (cem mil) acessos/mês à Internet em todos os CIDs.
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Propiciar a professores, alunos e público em geral mecanismos de pesquisa na web.
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Propiciar a comerciantes, empresários e trabalhadores condições de uso de ferramentas de tecnologia da informação de forma gratuita.
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Gerar cerca de 120 empregos diretos.
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Criar uma rede de acesso à internet de banda larga através do GSAC.
MECANISMOS GERENCIAIS DE EXECUÇÃO
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Buscar a parceria com instituições não-governamentais e a sociedade civil organizada, com capacidade técnica gerencial na área de tecnologia da informação e gestão comunitária.
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Contratação de empresa especialista em direito tributário e civil.
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Equipe de profissionais da instituição proponente.
MECANISMOS DE TRANSFERÊNCIA DE RESULTADOS
O impacto social e econômico na região beneficiada pelo projeto só poderá ser medido em sua total dimensão quando o mesmo estiver em pleno funcionamento. Principalmente se considerarmos que o projeto prevê a instalação de antenas GSAC em mais de 20 comunidades carentes, que não possuem nenhuma perspectiva de acesso à internet em banda larga.
Entretanto, alguns números já podem ser revelados:
- o projeto gerará cerca de 180 empregos diretos entre pessoas contratadas através da legislação trabalhista vigente e bolsas para estagiários.
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A região onde será implantado o projeto não tem acesso à internet de banda larga. Nos locais onde existe, o custo é muito alto, não permitindo a utilização desta ferramenta para a maioria da população.
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A rede de ensino local não tem acesso à tecnologia da informação.
IMPACTOS PREVISTOS PELO PROJETO
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Incluir digitalmente comunidades que não têm acesso à tecnologia.
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Garantir a auto-sustentabilidade, através de ações de geração de emprego e renda, utilizando ferramentas de última geração.
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Gerar alternativas de solução de problemas locais, através de articulação com outros órgãos e entidades.

1 . VILA IDEAL - Rua Osvaldo Aranha , 29 Ass. Moradores
2. PERIQUITO - Rua Henrique Valadares, 2292
3. CENTENÁRIO - Rua Dr. Manoel Reis, 694
4. VILA SÃO LUIZ - Av. Exp. José Amaro, 308 Loja A e B
5. CORTE 8 - Rua João Perestrelo, 318 - ABAMAR
6. LAUREANO - Rua Coelho Neto , 25 - Praça Dr. Laureano
7. VILA OPERÁRIA - Rua 16, nº 754 - Praça Paulo Biar
8. GRAMACHO - Av.Darci Vargas,718 - Próximo a Rua da Feira
9. JARDIM LEAL - Av. Pedro Lessa, Quadra 18 - Lote 18 A
10. PANTANAL - Rua Eça de Queiroz, 754 - Loja F
11. SÃO BENTO - Av. Pres. Kennedy, 9422 -São Bento (FEUDUC)
12. CAMPOS ELÍSEOS - Av. Actura, 605
13. P. BOA ESPERANÇA - Rua Alexandrino Pinto, Q 7 - L 02 (Ig. Wesleyana)
14. JARDIM PRIMAVERA - Rua Vicente Celestino, 490 (ant. Rua 2 Praça)
15. FIGUEIRA - Estrada Velha do Pilar, 332 - Loja
16. SARACURUNA - Praça de Saracuruna
17. JARDIM ANHANGÁ - Rua Jujuí nº 323 Loja A (Praça J. Anhangá)
18. SANTA CRUZ - Praça da Matriz, 311 Ass. Moradores
19. NOVA CAMPINA - Praça Nova Campinas
20. IMBARIÊ - Av. Cel Sisson, 439 Próx. Praça
21. MANTIQUIRA - R. Edir Barbosa nº 16 - Pça.da Mantiquira
22. PARADA ANGÉLICA - Rua Belmiro Braga, nº 93 - perto da D.P.O.
23. BAIRRO 300 - Estr. das Pedrinhas, 565 - Largo da Jaqueira
24. VENDA VELHA - Rua João Deus Menezes, 12 (atrás do shopping)
25. PARQUE ALIAN - Aníbal Mota, SNº - Largo da Foice
28. PIABETÁ - Rua Guarany, 484 Próx. Est. Municipal
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